Arquivo para setembro \30\-03:00 2009



30
set
09

Presidente corintiano pede desculpas ao São Paulo por “bambi” em video

da Folha Online
da Lancepress

O presidente do Corinthians, Andres Sanchez, pediu desculpas ao São Paulo pela exibição de um “bambizinho” em um desenho animado apresentado na festa de 99 anos do Corinthians, na noite de segunda-feira, mas disse considerar que a brincadeira foi inofensiva.

O dirigente declarou que não sabia da exibição desse vídeo e que, depois, ao subir ao palco do evento, fez questão de se desculpar por causa da presença do vice-presidente de marketing do São Paulo, Adalberto Baptista, na festa.

“Foi uma brincadeira. Não foi com a intenção de machucar ninguém. Não tinha visto esse vídeo, mas a imagem já estava no site do Corinthians há mais dois de anos. Já pedi desculpas para o Adalberto na hora”, falou Sanchez nesta terça-feira, em entrevista à rádio Jovem Pan.

O desenho simulava um campo de futebol, em que um gavião driblava seu oponente, um bambi, de uniforme branco com listras pretas e vermelhas. Também havia um vídeo institucional com algumas estratégias de marketing e glórias do clube do Parque São Jorge.

“Não vai haver necessidade de colocar um pedido de desculpas na internet [no site do clube]. É uma rivalidade sadia”, disse o dirigente.

Sanchez elogiou o tratamento recebido pela delegação corintiana no Morumbi, no clássico de domingo, que acabou empatado em 1 a 1, pelo Campeonato Brasileiro.

“Fomos muito bem recebido pelo São Paulo. Antes da partida, jogaram pedras no nosso ônibus, mas foram vândalos que jogaram, e não o São Paulo”, ressaltou o cartola que destacou a intenção de continuar mandando os jogos no Pacaembu. ” Lá é nossa casa.”

30
set
09

Preocupado com relaxamento, Marcos diz que Palmeiras terá que “suar sangue”

da Folha Online
da Lancepress

O goleiro Marcos disse estar preocupado com um possível relaxamento do elenco do Palmeiras em função da vantagem de cinco pontos na liderança do Campeonato Brasileiro. Para ele, o time terá que “suar sangue” para conquistar o título.

A equipe alviverde lidera o Nacional com 50 pontos, enquanto Goiás e São Paulo aparecem logo atrás, com 45.

“Esse ano vai ser o campeonato que teremos de suar sangue até a última rodada. Esses cinco pontos de vantagem podem não durar muito tempo. Sabemos que não vamos perder a liderança no próximo fim de semana, mas não é por isso que podemos relaxar”, disse Marcos, em entrevista ao canal Sportv.

O goleiro palmeirense disse acreditar que até o sexto colocado do Brasileiro, o Grêmio, com 39 pontos, tem chances de conquistar o título. O arqueiro fez elogios aos concorrentes, especialmente o Goiás, vice-líder, e o Atlético-MG, quinto colocado.

“Todos disputam o título, até o sexto colocado. Todos têm time. O Atlético-MG, por exemplo, é muito forte. Tem dois jogadores que metem bem a bola, como Corrêa e Ricardinho, com Éder Luis e Diego Tardelli avançados. Como você pega o Tardelli na corrida?”, disse Marcos.

“O time do Goiás também é muito bom. O Vítor chega como se não fosse lateral. O Goiás, às vezes, joga fora de casa muito bem”, finalizou.

No próximo domingo, o time alviverde duela com o Santos, na Vila Belmiro, em um reencontro do elenco palmeirense com o técnico Vanderlei Luxemburgo, que começou a temporada dirigindo a equipe da capital.

30
set
09

Róbson desfalca o Santos no clássico contra o Palmeiras na Vila

da Lancepress

O meia-atacante Róbson não vai disputar o clássico contra o Palmeiras, domingo, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro. Em exame realizado na terça-feira, ficou comprovada uma contusão no tornozelo esquerdo.

De acordo com o médico do Santos, Carlos Braga, Róbson, que se contundiu na última sexta-feira, ficará parado por, no mínimo, 10 dias.

“Ele não tem a mínima condição de atuar domingo. No exame realizado hoje [ontem], ficou comprovada a ruptura parcial do ligamento”, afirmou.

Segundo Braga, este prazo pode se estender, pois o jogador deve esperar pela recuperação total da lesão para poder voltar a atuar.

“A grande preocupação é que, algumas vezes, não há uma cicatrização total da lesão. Por isso, o jogador volta antes do tempo, mas acaba se machucando de novo. É preciso ter paciência”, finalizou.

30
set
09

Zelaya chama de “bom sinal” plano para que volte à Presidência sem poder

da Folha Online
O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, disse que está analisando uma proposta feita nesta terça-feira por líderes empresariais que apoiaram sua deposição para que ele volte à Presidência com poderes severamente limitados e sob prisão domiciliar.
Abrigado na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa desde seu retorno clandestino ao país no último dia 21, Zelaya disse que a proposta é um “bom sinal” e que espera falar com os responsáveis por ela “nas próximas horas”.

O presidente da Associação Nacional das Industriais (Andi), Adolfo Facussé, cujo visto para entrar nos Estados Unidos foi cassado em represália pelo apoio ao governo interino de Roberto Micheletti, propôs o plano, que prevê que Zelaya seja reinstalado no poder, mas que, de imediato, se submeta aos tribunais de Justiça para responder pelas acusações de desrespeito à Constituição que pesam contra ele.

Para garantir o cumprimento do acordo por todas as partes, seria pedido o envio de uma força multinacional, integrada por 3.000 militares ou policiais do Canadá, Panamá e Colômbia.

Até o fim de seu mandato, em janeiro de 2010, Zelaya não teria comando sobre as Forças Armadas nem sobre o gabinete de ministros, de acordo com a proposta.

“Basicamente, o que estamos propondo é ter um presidente de nome e um conselho de ministros mandando no período que falta para as eleições”, programadas para 29 de novembro, disse o empresário a jornalistas. Ele disse que o presidente interino aceitou a proposta.

“O presidente Micheletti aceitou renunciar se o presidente Zelaya aceita submeter-se a julgamento”, declarou Facussé a jornalistas, ao explicar a proposta que ele disse ter apresentado há duas semanas, a título pessoal, em uma tentativa por promover o diálogo sobre a crise política.

Ao apresentar a proposta, Facussé disse desconhecer a opinião do presidente deposto sobre seu plano, que, segundo ele, põe “uma limitação precisa das faculdades que teria Zelaya” porque “o povo não confia que Zelaya vá a cumprir o que ele promete”.

Segundo o empresário, o plano é “produto da discussão de um grupo grande de empresários e outros cidadãos” e aproveita o plano do presidente da Costa Rica, Oscar Arias, com modificações complementares.

Apresentado em julho pelo presidente costa-riquenho, o acordo de San José prevê, entre outras medidas, uma ampla anistia aos envolvidos na crise política e o retorno de Zelaya ao poder, à frente de um governo de unidade, para cumprir seu mandato, que se encerra em janeiro. Até agora, o governo de Micheletti tem se recusado a aceitar qualquer proposta que contemple o retorno do presidente deposto ao poder.

A maior concessão do presidente interino nas negociações até agora tinha sido a proposta de renunciar ao poder desde que Zelaya fizesse o mesmo, para a posse de uma terceira pessoa, o que não foi aceito pelo presidente deposto.

Mas a pressão para que o governo interino de Honduras inicie negociações para encerrar a crise aumentou nesta terça-feira, com sinais de que setores que apoiaram a deposição de Zelaya há três meses já não estão tão unidos em torno do presidente interino, principalmente após medidas como a decretação de estado de exceção.

O chefe das Forças Armadas, general Romeo Vasquez, que diz ter ajudado na deposição e Zelaya para “salvar a democracia”, pediu nesta terça-feira diálogo para resolver a crise e aliados do governo interino no Congresso criticaram a repressão às liberdades civis. Micheletti sugeriu na segunda-feira que pode suspender “em breve” o decreto, que deveria durar 45 dias, mas ainda o mantém em vigência.

As medidas, que permitiram o fechamento nesta segunda-feira de duas emissoras que transmitiam apelos de Zelaya pela mobilização popular, levaram à condenação internacional generalizada, e o secretário-geral da ONU (organização das Nações Unidas), Ban Ki-moon, disse nesta terça-feira que Micheletti deve suspender as restrições às liberdades civis e parar de ameaçar embaixada do Brasil.

“Estou profundamente preocupado com os acontecimentos em Honduras. Um estado de emergência aumentou as tensões”, disse ele em entrevista coletiva em Nova York. “Eu, mais uma vez, apelo pela segurança do presidente Zelaya. Peço a todos os atores políticos para se empenharem seriamente nos esforços de mediação e diálogo regionais.”

Os Estados Unidos também exigiram que Micheletti reverta as medidas de emergência. Mas o governo de Barack Obama tem resistido aos apelos pressionar mais pelo retorno de Zelaya e um funcionário americano disse nesta terça-feira que o governo não está discutindo atualmente a imposição de novas sanções.

Washington também protestou contra o papel de Zelaya crise, descrevendo na OEA (Organização dos Estados Americanos) nesta terça-feira o seu regresso a Honduras, sem uma solução negociada, como “tola e irresponsável”, embora o porta-voz da Casa Branca tenha concentrado em seguida suas críticas em Micheletti.

No Brasil, o chanceler Celso Amorim foi nesta terça-feira ao Congresso, onde defendeu a posição do governo brasileiro e ouviu críticas da oposição por permitir que Zelaya use a embaixada como palanque político. O chanceler disse que o Brasil não tinha outra opção a não ser acolher aquele a quem reconhecem como o único presidente de Honduras, mas pediu que alguns dos seus seguidores deixem a superlotada sede diplomática brasileira.

Histórico

Zelaya voltou a Honduras quase três meses depois de ser expulso. Nas primeiras horas do dia 28 de junho, dia em que pretendia realizar uma consulta popular sobre mudanças constitucionais que havia sido considerada ilegal pela Justiça, ele foi detido por militares, com apoio da Suprema Corte e do Congresso, sob a alegação de que visava a infringir a Constituição ao tentar passar por cima da cláusula pétrea que impede reeleições no país.

O presidente deposto, cujo mandato termina no início do próximo ano, nega que pretendesse continuar no poder e se apoia na rejeição internacional ao que é amplamente considerado um golpe de Estado –e no auxílio financeiro, político e logístico do presidente venezuelano — para desafiar a autoridade do presidente interino e retomar o poder.

Isolado internacionalmente, o presidente interino resistiu à pressão externa para que Zelaya fosse restituído e governou um país aparentemente dividido em relação à destituição, mas com uma elite política e militar –além da cúpula da Igreja Católica– unida até esta semana em torno da interpretação de que houve uma sucessão legítima de poder e de que a Presidência será passada de Micheletti apenas ao presidente eleito em novembro. As eleições estavam marcadas antes da deposição, e nem o presidente interino nem o deposto são candidatos.

Mas o retorno de Zelaya aumentou a pressão internacional sobre o governo interino, alimentou uma onda de protestos que desafiaram um toque de recolher nacional e fez da crise hondurenha um dos temas da Assembleia Geral da ONU, reunida em Nova York neste mês. A ONU suspendeu um acordo de cooperação com o tribunal eleitoral hondurenho e a OEA planeja a viagem de uma delegação diplomática a Honduras para tentar negociar uma saída para o impasse.

Além disso, a coesão da elite hondurenha começou a apresentar sinais de desgaste desde a semana passada, e os protestos em favor do governo interino, comuns no início da crise, passaram a ser superados de longe, em número e volume, pelas manifestações pró-Zelaya, que desafiaram os toques de recolher e o estado de exceção.

Pelo menos três pessoas morreram em manifestações de simpatizantes de Zelaya reprimidas pelas forças de segurança, mas o grupo pró-Zelaya diz que até dez pessoas podem ter morrido.

30
set
09

Tsunami devasta Samoa e deixa cerca de cem mortos; EUA e UE oferecem ajuda

da Folha Online

Um forte terremoto no sul do oceano Pacífico causou um tsunami na costa das ilhas de Samoa e Samoa Americana alagando vilas e arrastando carros e pessoas. O tsunami deixou cerca de cem mortos e dezenas de desaparecidos e levou os Estados Unidos e a União Europeia a enviar ajuda de emergência.

Os sobreviventes fugiram rapidamente para as partes mais altas das ilhas e permaneceram praticamente isolados por horas após o terremoto com magnitude entre 8,0 e 8,3 atingir o oceano Pacífico, às 6h48 desta terça-feira (14h48 em Brasília), a 32 km de profundidade e a 190 km da Samoa Americana e 200 km de Samoa.

O Centro de Alerta para Tsunamis do Pacífico lançou alerta e pouco depois ondas gigantes atingiram Samoa, o território dos EUA Samoa Americana e as ilhas de Tonga. O alerta de um tsunami devastador foi cancelado cerca de três horas e meia depois.

A Agência Meteorológica do Japão chegou a emitir um alerta de tsunami de 50 centímetros para a costa leste do país, mas cancelou no início desta manhã.

O número de mortos ainda é incerto. Com o trabalho dificultado por falta de energia elétrica e comunicações, as autoridades se esforçam para avaliar os danos.

Segundo a agência de notícias France Presse, que cita autoridades locais, as vítimas somam 84 em Samoa, ao menos 22 em Samoa Americana e outras sete nas ilhas Tonga.

Os sinais de devastação são visíveis por toda a região, com um enorme navio à beira de uma estrada e inundações que cobriram casas e carros.

O comissário europeu para o desenvolvimento, Karel De Gucht, afirmou que a União Europeia (UE) está disposta a ajudar as vítimas do tsunami. “A Comissão Europeia e sua Agência de Ajuda Humanitária acompanham a situação caso seja necessária uma ajuda internacional de urgência”, disse De Gucht, em comunicado.

Já o presidente americano, Barack Obama, declarou zona catastrófica

“A decisão do presidente permite pôr ajudas federais à disposição dos afetados no território americano de Samoa”, informou o responsável da Agência Federal de Gestão de Emergências (Fema), Craig Fugate.

Fugate nomeou a Kenneth Tingman coordenador federal para as operações de resgate na área afetada, segundo um comunicado

A Fema, que ativou seu Centro de Coordenação Nacional para responder à emergência, já preparou o envio de provisões necessárias para a população afetada que incluem material de primeira necessidade e sanitário.

Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, na região se registraram até treze réplicas sísmicas com uma magnitude superior aos cinco graus.

Devastação

Ausage Fausia/AP

Pessoas caminham no litoral da vila de Pago, na Samoa Americana,

“Foi muito rápido. A vila inteira foi destruída”, disse Ansell à Rádio Nacional da Nova Zelândia, de uma colina perto da capital de Samoa. “Não há uma construção de pé. Nós todos subimos as colinas, e um dos nossos acompanhantes está com uma perna quebrada. As pessoas vão passar grande necessidade por aqui.”

A capital samoana ficou praticamente deserta após o tsunami, com escolas e empresas fechadas. A imprensa local informou que havia relatos de alguns deslizamentos de terra na região Solosolo, na ilha de Upolu e danos às plantações na zona rural em tono de Apia.

Mike Reynolds, superintendente do Parque Nacional da Samoa Americana, disse a meios de comunicação locais que quatro ondas de 4,5 metros a 6 metros avançaram cerca de 1,6 km terra adentro. Holly Bundock, porta-voz do Serviço Nacional de Parques da região Oeste do Pacífico, em Oakland, Califórnia, disse que Reynolds informou que o centro de visitantes do parque e os escritórios pareciam ter sido destruídos.

O Parque Nacional da Samoa Americana é o único parque nacional americano ao sul do equador, uma vasta paisagem de recifes, praias, as florestas tropicais e animais selvagens, como tartarugas marinhas e raposas-voadoras, um tipo de morcego.

Equipes de resgate encontraram um cenário de destruição e carros virados ou presos na lama, e pedras caídas em algumas estradas. Vários estudantes foram vistos saqueando a loja de conveniência de um posto de gasolina.

As ilhas Cook e a vizinha Niue também entraram em alerta, mas não houve relatos imediatos de danos em ambas. Dezenas de milhares de pessoas vivem ao nível do mar nessa região.

O especialista em tsunami Brian Atwater, do Serviço Meteorológico dos EUA, em Seattle, disse que o terremoto e o tsunami que atingiram Samoa foram grandes, mas não na mesma escala da grande tragédia de 26 de dezembro de 2004, quando um sismo de 9 graus gerou um tsunami que atingiu cerca de dez países banhados pelo oceano Índico, matando 226 mil pessoas, 170 mil delas na Indonésia.

O terremoto de 2004 foi pelo menos 10 vezes mais forte do que o desta terça-feira, disse o especialista, explicando que se tratam também de

O tsunami atingiu Samoa cerca de 25 minutos depois do terremoto, intervalo semelhante ao registrado em 2004, disse Atwater. A grande diferença é que havia mais pessoas em risco na Indonésia e nos outros países costeiros no oceano Índico do que em Samoa.

A Samoa Americana é um pequeno território dos EUA que fica no meio do caminho entre o Estado americano do Havaí e da Nova Zelândia, com uma população de 65 mil habitantes. A Samoa é um Estado independente, antigamente conhecido como Samoa Ocidental. Tem uma população de cerca de 220 mil habitantes e se tornou independente da Nova Zelândia em 1962.

30
set
09

Senado proíbe 2 matrículas em universidade pública

Se passarem para dois cursos, estudantes vão ter de optar por um deles; proposta vai para a sanção de Lula

De Adriana Vasconcelos:

A Comissão de Educação do Senado aprovou ontem, em caráter terminativo, projeto de lei que proíbe que estudantes se matriculem simultaneamente em dois cursos de graduação em universidades públicas. A proposta, que já vinha sendo adotada por algumas instituições públicas, agora segue para a sanção presidencial.

De acordo com o texto do projeto, se o aluno se matricular em mais de um curso depois de obter a aprovação no vestibular, terá prazo de até cinco dias úteis para optar por uma das vagas. Se o estudante não se manifestar, a própria universidade poderá cancelar a matrícula mais antiga. Isso se a duplicidade ocorrer em instituições diferentes.

30
set
09

Nota do BC confirma filiação de Meirelles ao PMDB

Deu em O Globo:
Presidente do Banco Central assina ficha no PMDB hoje, em Goiânia; ele pode disputar Senado ou ser vice de Dilma

De Gustavo Miranda:

Depois de dias de suspense, o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, confirmou ontem à noite, após encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que vai se filiar hoje ao PMDB em Goiânia (GO), sua terra natal. Meirelles fez o anúncio em nota divulgada pelo BC, evitando referências ao cargo eletivo que poderá disputar ano que vem.

“O presidente Henrique Meirelles decidiu hoje (ontem), após reunião com o presidente Lula, filiar-se ao PMDB. Amanhã, em Goiânia, às 11h, o presidente Meirelles assinará sua ficha de filiação ao PMDB”, diz a nota divulgada pelo BC.

Embora Lula prefira que ele continue no governo até o final, Meirelles poderá disputar vaga no Senado ou ser vice na chapa da candidata petista à Presidência, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).

Essa decisão ele voltará a discutir com Lula no início do ano que vem, e dependerá do cenário no quadro sucessório. Se decidir pela candidatura, Meirelles terá que deixar o cargo até o fim de março.




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