Arquivo para 21 de janeiro de 2010

21
jan
10

COVARDIA E OPORTUNISMO

(Leiam primeiro o post abaixo)
No meio dessa barafunda toda, o único que fala coisa com coisa é Ronaldo Fonseca, presidente do Conselho Político da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil: “O governo está se envolvendo em polêmicas desnecessárias (…). Não existe guerra santa aqui, e não é inteligente o Estado se preocupar com símbolos religiosos, tombamentos e união de homossexuais. Isso é coisa de marxista.”

É o único que tem razão, mas, por óbvio, será visto como o dinossauro da turma pela boçalidade politicamente correta. Se tenho algum reparo a fazer à sua fala é um só: a polêmica é, sim, NECESSÁRIA… para os petistas!!! Ela é desnecessária para o Brasil. Para eleS, jogar brasileiros contra brasileiros e manter mobilizadas minorias para fazer barulho é parte do jogo, do proselitismo político. É da natureza do partido. Onde há conflito, eles extremam — vejam o caso das manifestações das vítimas das enchentes, que agora resolveram partir para o confronto. Onde não há, eles inventam. E há um outro aspecto interessante nessa história toda.

Eliminar os crucifixos das repartições públicas, por exemplo — e ninguém está cobrando que se coloque o símbolo nesses prédios; isso seria coisa bem diferente!!! —, seria um sinal da laicidade do estado. Mas e a regularização de áreas públicas tomadas por terreiros e mesmo o tombamento de alguns? Estamos ou não diante de uma interferência no estado na questão religiosa? Ou será que a “independência”, no caso dos crucifixos, deve se manifestar por meio da hostilidade, mas, no caso dos terreiros, pela proteção especial?

Aí dizem o esquerdista do calcanhar sujo ou o tonto que se quer, sei lá, um pensador pós-ideologias: “Ah, mas os terreiros são um sinal da religião do oprimido”. É? E o que isso tem a ver, hoje em dia, com a questão da propriedade ou com o tombamento, o que significa que o estado terá de dispensar recursos para manter aquele aparelho religioso? Se a religião é independente do estado, e é, o estado não tem de socorrer ninguém com especial proteção.

“Mas, afinal, Reinaldo, o que você quer? O que você defende?”

Eu defendo que a presença CULTURAL de religiões no Brasil não seja ignorada. O Terreiro do Gantois, na Bahia, é tombado. Isso significa que recursos públicos são mobilizados para mantê-lo. Não estou pedindo o fim desse, vá lá, privilégio. Reconheço a importância daquele ente na cultura local. Como reconheço a importância do cristianismo — ou, como querem alguns, do catolicismo — na cultura nacional. Nos dois casos, não vejo ameaça à laicidade do estado.

Ocorre que está em curso uma prática que tem eixo político. E ela consiste, como se tornou comum neste governo e como é próprio do petismo, em subtrair direitos das chamadas maiorias para doá-los às minorias. Em vez do caráter universal da lei, os petistas estão sempre ocupados em transformá-las em instrumentos de supostas correções de injustiças. Escrevo “supostas” porque essa prática 1) não corrige coisa nenhuma; 2) serve apenas como instrumento para o partido fazer política. Ou me digam qual é a lógica: será que as religiões de origem africana, por serem uma minoria extrema no Brasil — e isso é inegável — devem ter direitos que serão vedados à maioria?

Covardia e oportunismo
Covardes e oportunistas, como se vê, eles são. Tudo obedece ao calendário eleitoral. Agora, Dilma não quer mexer no assunto. Ora, se estão realmente afinados com o sentimento do povo, por que não avançam?

Volto ao pastor Fonesca. Um dos traços que caracterizam a moderna sociedade brasileira é a tolerância religiosa. Do mesmo modo, o fato de haver mais de 40% de mestiços no Brasil evidencia a tolerância — à falta de expressão mais adequada — racial. Injustiças certamente remanescem, mas vinham sendo, são e serão corrigidas sem estimular o confronto, o ódio e a chamada “discriminação positiva”.

Dilma só recuou na questão dos terreiros porque a proposta expõe o caráter francamente discriminatório do suposto Programa Nacional de Direitos Humanos: para uns, perseguição; para outros, privilégios.

PS – O texto fala numa certa Pastoral Afro-Brasileira. Não me perguntem o que é porque não tenho a menor idéia. Vai ver o cristianismo passa a ser outra coisa quanto muda a cor da pele do crente… “Ah, você não reconhece que os negros, cristãos ou não, ainda não atingiram a mesma condição dos brancos?” Mais ou menos: reconheço que a esmagadora maioria dos negros não tem as mesmas condições da minoria dos brancos e partilham as mesmas dificuldades da maioria destes. Aliás, a maioria dos negros têm muito menos recursos do que uma minoria de negros. O mesmo se diga dos mestiços… Entenderam? A questão é primariamente social, não racial. E a resposta a essa equação não está na religião.

Quando a Igreja Católica faz uma Pastoral da Criança, não há dúvida de que exerce o amor cristão. Uma Pastoral Afro-Brasileira é só a evidência de uma igreja contaminada pelo discurso do confronto, que pretende jogar brasileiros contra brasileiros.
+publicado no blog de Reinaldo Azevedo (veja online)

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21
jan
10

Dilma adia legalização de terreiros de umbanda para evitar nova crise

Leiam trechos de reportagem de Vera Rosa, publicada hoje no Estadão.

Disposta a evitar novos atritos com evangélicos e a Igreja Católica em ano eleitoral, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, mandou a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial adiar o anúncio do Plano Nacional de Proteção à Liberdade Religiosa. O plano, que prevê a legalização fundiária dos imóveis ocupados por terreiros de umbanda e candomblé e até o tombamento de casas de culto, seria lançado ontem, mas na última hora o governo segurou a divulgação, sob o argumento de que era preciso revisar aspectos jurídicos do texto.
(…)
O adiamento ocorre na esteira da polêmica envolvendo o Programa Nacional de Direitos Humanos, que pôs o Palácio do Planalto numa enrascada política, provocando crise dentro e fora do governo. Temas controversos, como descriminação do aborto, união civil de pessoas do mesmo sexo e proibição do uso de símbolos religiosos em repartições públicas, foram alvo de fortes críticas, principalmente por parte da Igreja.

Na avaliação do Planalto, é preciso evitar novos embates que possam criar “ruídos de comunicação” e prejudicar a campanha de Dilma. Desde o ano passado, a ministra tem feito todos os esforços para se aproximar tanto de católicos quanto de evangélicos e já percorreu vários templos religiosos.

(…)
REAÇÃO
A informação sobre o adiamento do programa pegou de surpresa as comunidades de terreiro. Muitas mães e pais de santo viajaram de longe para assistir à cerimônia e só souberam na hora que haveria ali apenas um debate.

“Quando o governo chega na encruzilhada e tem de tomar uma decisão, recua. Será medo? Acho que sim”, protestou Valdina Pinto de Oliveira, do terreiro Tanuri Junsara, de Salvador (BA). Ela foi além e conclamou a comunidade do candomblé a pensar bem em quem vai votar nas eleições de outubro.
(…)
Embora a Secretaria da Igualdade Racial tenha informado que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é solidária ao plano, a Pastoral Afro-Brasileira assegurou não ter sido consultada sobre seu conteúdo. Atualmente, apenas seis dos cerca de 10 mil terreiros são tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Para o pastor Ronaldo Fonseca, presidente do Conselho Político da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, o Estado não deve gastar dinheiro com tombamento de templos. “O governo está se envolvendo em polêmicas desnecessárias”, comentou. “Não existe guerra santa aqui e não é inteligente o Estado se preocupar com símbolos religiosos, tombamentos e união de homossexuais. Isso é coisa de marxista.”

21
jan
10

Massinha I do Curso de Lógica

Hoje é o Dia Nacional do Combate à Intolerância Religiosa. Por isso tantos saudaram aquele suposto Programa Nacional dos Direitos Humanos que persegue os crucifixos que restaram em repartições públicas. Vocês, os leitores que quero, já entenderam. Agora vou tentar de novo com os que não quero, mas que insistem em dar uma espiadinha.

Atenção: “Hoje é o Dia Nacional do Combate à Intolerância Religiosa. Por isso tantos saudaram aquele suposto Programa Nacional dos Direitos Humanos que persegue os crucifixos que restaram em repartições públicas”.

Nada? Não rolou? Ainda não entenderam? Nego-me a ser mais explícito do que isso. Aí é preciso voltar para o nível Massinha I do curso de lógica.

publicado no blog do Reinaldo Azevedo (veja online)

21
jan
10

A MARCHA DA INSENSATEZ

A página 3 da Folha, nestes dias de tragédia no Haiti, parece que está destinada a ser uma espécie de gaiola dos loucos. Depois das sandices do tal Mark Weisbrot, quem escreve hoje é um sujeito da UnB chamado José Flávio Sombra Saraiva. Mais sombra do que Saraiva!

Mais uma vez, um artigo pautado, acreditem, pelo mais rombudo antiamericanismo. Lê-se lá, por exemplo, esta maravilha do requinte intelectual:
“As grandes potências que minguaram recursos e esforços diplomáticos para o alívio da pobreza no Haiti e em países miseráveis que o mundo ainda abriga são as mesmas que agora coordenam a operação de aplainar os cemitérios do país caribenho. Silenciou-se repentinamente o discurso monocórdio do combate irracional e linear ao chamado ‘terrorismo internacional’, conceito ainda não bem definido, de Bush a Obama.
Tudo agora é humanitarismo nas lágrimas de crocodilo dos líderes cínicos. Apenas agora, já tarde, ouvem-se discursos de desdobrada atenção ao drama do Haiti. Atores e músicos famosos fazem o cordão de proteção ao humanitarismo renovado do Norte.”

Viram? Sobre milhares de corpos, uma tragédia de alcance inimaginável, Sombra achou tempo para, por meio de uma afirmação solerte, nos levar a indagar: “Mas o que será o terrorismo internacional?” Ele ainda não sabe, coitado! Tem 49 anos, um a mais do que eu, e ainda não sabe o que é o terror. Certamente leva essa dúvida a seus alunos de Relações Internacionais da UnB. Tenho alguns amigos nessa universidade. Imagino o que padecem os que compõem a brigada minoritária dos alfabetizados morais.

Para o Sombra, a política de combate de terror deveria ter sido deixada de lado em benefício do enfrentamento da pobreza no mundo, como se essas fossem questões permutáveis. Há dias, um avião só não foi aos ares nos EUA por causa da incompetência do terrorista — e, claro, da falha no sistema de segurança, que Sombra deve considerar uma papo furado da extrema direita… É claro que terremoto em país pobre será sempre pior do que em país rico, mas, ultimamente, tenho lido textos que buscam, por caminhos oblíquos, dar um jeito de culpar os EUA pelo tremor de terra. Vai ver tudo não passou de uma conspiração para evitar a democracia no Haiti, como diria Weisbrot…

Sombra, sem dúvida, é um dos abduzidos de Celso Amorim e de Samuel Pinheiro Guimarães. Vejam que primor: “O Brasil – em seu esforço de governo, da sociedade organizada e suas ONGs, mas em especial dos sacrifícios pessoais dos militares brasileiros, em missão convertida e gerenciada pela ONU no Haiti – vem sendo apenas discretamente reconhecido.
Obama agora quer oferecer os famosos 100 milhões de dólares que o Brasil já havia solicitado para obras de infraestrutura no país.”

Salvo o elogio aos militares brasileiro, que estavam no Haiti, antes do terremoto, numa missão sem sentido, o resto é eco da tentativa do Itamaraty de fazer do país devastado um palco. Notem como Sombra se refere aos “famosos 100 milhões de dólares” de Obama, como se a grana, sei lá, fosse falsa. Em questão de horas, os EUA mobilizaram mais recurso do que a ONU e o resto do mundo jamais conseguiriam mobilizar. E, como se nota, apanham por isso. Também apanhariam se não fizessem nada, é claro.

O moço está ressentindo. Acredita que não estão nos dando o devido valor na tragédia. Vejam como ele choraminga e reivindica, em seu complexo de vira-lata, a parte que nos cabe na desgraça:
“Aqui na Europa [deve estar em terras imperialistas estudando] nada se sabe acerca da obra de Zilda Arns no Haiti nem que ministro brasileiro foi a primeira autoridade internacional a pisar o solo tremente da ilha. A lógica é mostrar Obama, Sarkozy e outros líderes do Primeiro Mundo isolados, a domesticar a opinião pública e os interesses eleitorais. Espero que o Brasil não faça o mesmo.”

Não, Sombra! Lula jamais usaria um caso como esse para aparecer!!!

E a conclusão do artigo quase me leva a uma concussão cerebral. Leiam:
“Pois que se tome uma lição do Haiti para a política internacional: o pêndulo está excessivamente angulado no realismo global e nos egoísmos nacionais. É hora de movê-lo para a dimensão humana das relações internacionais, que prescinde do humanitarismo, para ser apenas humana a face desejável dos sonhos de um mundo melhor.”

O que dizer sobre essa peroração? Isto: “Eu num intindi u qui ele falôôô…”

Mais Wisbrot
Converso com alguns amigos jornalistas que moram nos EUA. O tal instituto a que pertence Weisbrot, aquele que afirma que os EUA têm medo da democracia no Haiti, é visto como mero megafone de aluguel de qualquer causa dita “de esquerda” envolvendo Venezuela, Bolívia, Equador, Honduras, etc. Tem zero de credibilidade entre os think tanks sérios de Washington (Inter-American Dialogue, Brookings etc), e as análises econômicas que faz são impressionantemente toscas.

Mas é popular entre os jornalistas. Sempre que precisam de alguém para criticar os EUA ou, por exemplo, o Fundo Monetário Internacional, ele está à disposição. É o que chamam em inglês de “dial-a-quote”: ligou, o moço atende e fala pelos cotovelos. E até manda material sem que ninguém tenha pedido. Escreve regularmente no Guardian. Mas qualquer imbecil escreve regularmente no Guardian.

Só para que se tenha uma idéia do que pensa o cretino, ele escreveu colunas às pencas defendendo a decisão do Chávez de fechar o canal de TV Globovision. Imaginem… Isso num país em que a liberdade de imprensa é coisa quase sagrada. Foi casado com uma jornalista brasileira, que não partilhava de suas bobagens, diga-se, e isso o tornou um tanto conhecido entre os nossos.

Mas a síntese é esta: sempre que for preciso encontrar um americano para dizer que Chávez está certo, é um democrata e representa uma América Latina mais livre dona de seu destino, chamem Weisbrot. Para os jornalistas, ele fala de graça.

21
jan
10

Parcerias estratégicas

Deu em O Globo

De Merval Pereira:

A disparidade de preços do Rafale francês em licitações em andamento em países como a Índia e os Emirados Árabes está introduzindo uma nova variável na concorrência brasileira para a compra dos caças da FAB, que já estava na berlinda diante da informação de que a Aeronáutica prefere o avião sueco Gripen, por ser o mais barato de todos.

A explicação oficial de que a compra brasileira seria decidida não por critérios de preço, mas sim por adequação a uma estratégia de política externa brasileira, fica abalada pela diferença de preços oferecido pela França ao Brasil e aos outros países.

A Índia está comprando nada menos que 126 aviões pelos mesmos US$ 10 bilhões que o Brasil está pagando por 36, sendo que desses 108 serão produzidos na Hindustan Aeronautics no próprio país, com programa de transferência de tecnologia até onde se sabe igual ao prometido ao Brasil.

Os Emirados Árabes, por sua vez, estão comprando 60 jatos Rafale, num negócio estimado entre US$ 8 a US$ 11 bilhões.

A prevalecer essa diferença de preços, estaríamos diante de um “parceiro estratégico” que se aproveita de nosso interesse para cobrar mais caro pela parceria.

O governo brasileiro, que já deixou claro, através do próprio presidente Lula, sua inclinação para comprar os jatos da empresa Dassault, resolveu fazer uma consulta formal à França para saber quais são as diferenças entre o pacote brasileiro e os outros que justificariam preços tão desiguais.

A única explicação seria o pacote tecnológico, mas as primeiras informações são de que a Índia também terá um programa de transferência de tecnologia.

Para complicar o jogo, que já parecia definido, a Boeing está oferecendo para a Embraer a participação no programa de desenvolvimento do avião, chamado de Global Super Hornet, o que significa uma mudança de atitude inédita no governo americano em matéria de transferência de tecnologia.

Também o Congresso americano, que tem que aprovar os programas de transferência de tecnologia, deu a autorização prévia em setembro.

21
jan
10

Escolha do vice faz PMDB antecipar a convenção

Deu em O Globo

Diante da preferência de Lula pelo mineiro Hélio Costa, partido quer fortalecer Temer

De Ilimar Franco, Adriana Vasconcelos e Gerson Camarotti:

Poucas horas depois de ser avisada de que o presidente Lula não tem pressa em definir o nome do candidato a vice na chapa da ministra Dilma Roussef à Presidência da República, a cúpula do PMDB, reunida em um jantar, decidiu antecipar para 6 de fevereiro a convenção do partido que aconteceria em março, para reeleger o deputado Michel Temer(SP) como presidente da legenda.

Trata-se de uma reação ofensiva dos aliados de Temer à preferência que o presidente Lula vem dando nos últimos dias ao nome do ministro mineiro Hélio Costa (Comunicações), também do PMDB, para vice de Dilma. Lula alega que Costa daria maior contribuição à campanha de Dilma por ser de Minas, segundo maior colégio eleitoral do país — especialmente agora que o governador Aécio Neves declarou que vai se empenhar para dar vitória ao colega José Serra no estado.

O grupo de Temer, que tenta se fortalecer mantendo o comando do partido, também não gostou do recado de Lula de que não é hora de definir o vice, sendo que o presidente da Câmara já era dado praticamente como certo para a vaga.

— Não tem demora na definição do vice. Não sei quem tem interesse em antecipar isso. O vice tem momento certo. Não interessa a ninguém a antecipação — disse o ministro de Relações Institucionais, o petista Alexandre Padilha, após encontro com Temer, no início da tarde.

À noite, a cúpula do PMDB se reuniu na residência oficial de Temer para definir uma estratégia para não perder espaço na aliança presidencial com o PT e a primeira providência foi anunciada: antecipar para fevereiro a reeleição de Temer na presidência do partido.

Aliados de Temer estão cientes da resistência do presidente Lula ao nome dele e não escondem preocupação com a costura, nos bastidores, da troca de seu nome pelo de Hélio Costa, pré-candidato ao governo mineiro. Uma eventual mudança no nome de vice de Dilma, terá que passar, portanto, por Temer, agora mais fortalecido no comando do PMDB.

O próprio presidente da Câmara já admite reservadamente que a escolha de seu nome para vice não está garantida e publicamente só fala em reeleição como deputado. A pressão fica por conta de seus aliados.

— Politicamente, Temer é o nome que mais agrega o PMDB. Mas temos que resolver Minas Gerais. Essa é a pendência número um. Lula escolheu a Dilma e é o PMDB que vai definir o vice. Quanto mais cedo resolvermos isso, melhor — avisou o líder do PMDB, Henrique Alves.

21
jan
10

CANCELAMENTO DA TAXA TELEFÔNICA de: R$ 40,37 (residencial) e R$ 56,08 (comercial)

Eu acabei de ligar e registrar o meu manifeto, e ainda a atendente me perguntou de que maneira eu tinha sabido da votação – ahahaha – este país é uma piada mesmo -PELA INTERNET
Pode ligar em qualquer horário comercial.

Gente, isso é sério!
Quando se trata do interesse da população, nada é divulgado.

Ligue 0800-619619.
Digite 1 para falar com a atendente.
Espere para falar com uma atendente.
Diga que é para votar a favor do cancelamento da taxa de telefone fixo. O
Projeto de Lei é o de nº 5476.
Eles não sabem até quando vai a votação. INTERESSE DE TODOS: cancelar a taxa do telefone.
Esse tipo de assunto NÃO é veiculado na TV ou no rádio, porque eles não têm interesse e não estão preocupados com isso.
Então temos de correr atrás, afinal quem paga somos nós!
O telefone a ser discado (0800-619619, de segunda à sexta-feira das 8 h às 20h) é da Câmara dos Deputados Federais.
Ligue para mudar esta situação.
Passe para frente esta mensagem para o maior número possível de conhecidos e
amigos.
Não pague mais assinatura telefone fixo.
Será uma economia muito grande no final do ano.
Ligue 0800-619619.
Vamos divulgar!!
Entrando em vigor esta lei, você só pagará pelas ligações efetuadas, acabando com esse roubo que é a assinatura mensal. Este projeto está tramitando na ‘COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR’ na Câmara. Quantos mais ligarem, maior a chance de acabar com mais esse absurdo.
Vamos lutar para que este projeto seja aprovado.
MUDA BRASIL
REPASSSEM PARA QUANTAS PESSOAS PUDEREM!!!!
Projeto de Lei 5476

*publicado pelo blog do http://afarias.blog.br




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