Arquivo para julho \26\-03:00 2010

26
jul
10

Lockerbie: pressão nos EUA por investigação do papel da BP na libertação de líbio

France Presse

Senadores e familiares de vítimas do atentado de Lockerbie exigiram hoje (26/7), em Nova York, toda a verdade sobre o papel da companhia de petróleo BP na libertação do líbio condenado na Escócia.

“Estamos pressionando muito para que haja transparência dos fatos”, disse em entrevista à imprensa Kirsten Gillibrand, senadora democrata de Nova York. “Queremos saber se o que aconteceu foi parte de um acordo por petróleo”, acrescentou.

Abdelaset al Megrahi, de 58 anos, libertado em 2009 pela justiça escocesa, era a única pessoa condenada pelo atentado com bomba contra um Boeing 747 da companhia aérea americana Pan Am em 1988 que explodiu sobre a cidade escocesa de Lockerbie e deixou 270 mortos, a maioria americanos.

O Senado dos Estados Unidos realizará uma audiência nesta semana presidida pelo senador Robert Menéndez (democrata, Nova Jersey), para investigar as condições da libertação de Megrahi sob a alegação de um presumível câncer terminal.

“Queremos saber que provas foram apresentadas de que estava para morrer”, disse Gillibrand. No momento da libertação, há quase um ano, as autoridades britânicas asseguraram que só restavam a ele três meses de vida.

A BP é acusada de ter exercido pressões sobre a Escócia para conseguir a libertação de Megrahi, em troca de um contrato de exploração de hidrocarburetos em frente ao litoral da Líbia.

O caso Lockerbie voltou à opinião pública americana depois da imensa mancha de óleo causada pela explosão, no Golfo do México, em abril, de uma plataforma de petróleo explorada pelo grupo britânico BP.

26
jul
10

Festa em Cuba ensombrecida por ausência de Fidel e sem anúncios de reformas

France Presse

O presidente de Cuba, Raúl Castro, liderou hoje (26/7) a maior festa da revolução, marcada pela ausência de Fidel Castro, do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e dos anúncios de uma abertura econômica esperados pelos cubanos.

Raúl Castro, de uniforme de general, presenciou o ato do 26 de julho na Praça Ernesto Che Guevara, na legendária Santa Clara, 280km a leste de Havana, sem fazer o pronunciamento central do ato.

“Fidel cuja visível recuperação é motivo de profunda alegria para todos os revolucionários (…) está presente e combatendo neste dia que tanto significa para ele e para todos nós”, afirmou o número dois de Cuba, José Ramón Machado, ao fazer o discurso.

Ao mesmo tempo, em Bruxelas, o ministro espanhol de Assuntos Exteriores, Miguel Angel Moratinos, reiterou nesta segunda-feira que “todos” os presos políticos de Cuba serão libertados num período de quatro meses ou “até antes”, mas admitiu que ainda não tem o número certo de quantos opositores estão nos cárceres.

“Todos os presos de consciência serão soltos, num período de quatro meses e até antes”, assegurou Moratinos depois de reunião, em Bruxelas, com ministros europeus aos quais expôs a situação atual na ilha depois do início do processo de libertação, fruto de um diálogo entre Havana e a Igreja católica. Mas admitiu, no entanto, que ainda deve ser definido “quem é preso político em Cuba”.

Nesta segunda-feira, em Havana, a intensa atividade pública de Fidel Castro, que completa 84 anos em agosto, foi alimentada de expectativas sobre uma possível presença durante o ato, sobretudo depois que Chávez anunciou participação, cancelada domingo pela crise entre Colômbia e Venezuela.

“Esperávamos ver o Comandante-em-Chefe e, claro, ouvir Raúl, porque a situação do país está muito dura. Mas vamos continuar lutando”, disse Antonia López, de 60 anos, na Praça, onde está o mausoléu onde repousam os restos de Che.

Os cubanos também esperavam que Raúl Castro anunciasse reformas de peso para enfrentar a crise econômica, como uma abertura à pequena iniciativa privada, mas agora deverão aguardar 1º de agosto, quando presidirá a sessão do Parlamento.

O número dois de Cuba, José Ramón Machado, descartou uma esperada aceleração de reformas econômicas e afirmou que o Governo “continua buscando soluções” para os problemas.

Os cubanos atingidos pela escassez de alimentos e o alto custo de vida, apesar da cesta básica subsidiada, a educação e a saúde gratuitas, aguardam a possibilidade de abrir pequenos negócios, assim como a eliminação de duas moedas e o fim das restrições à compra e venda de casas e carros.

“Continuaremos a estudar, a analisar e tomar decisões que levem a superar nossas deficiências”, assinalou o vice-presidente ante 90 mil pessoas que foram à praça.

O Governo enfrenta uma forte crise de liquidez, ineficiência e baixa produtividade, numa economia 95% controlada pelo Estado, afetada pela burocracia, a corrupção, o embargo dos Estados Unidos e o efeito de três furacões em 2008.

26
jul
10

EUA negam possibilidade de ação militar contra a Venezuela

France Presse

Os Estados Unidos descartam qualquer ação militar contra a Venezuela, afirmou nesta segunda-feira (26/7) a porta-voz do Departamento de Estado, Virginia Staab, depois que o presidente Hugo Chávez ameaçou cortar o fornecimento de petróleo, se Washington apoiar um ataque contra seu país.

“Como fizemos no passado, os Estados Unidos não têm intenção de iniciar ação militar contra a Venezuela”, informou ela à AFP.

Estados Unidos e Venezuela desfrutaram por muito tempo de “relação energética mutuamente benéfica” e Washington deseja “que essa relação continue”, assinalou Staab.

Os Estados Unidos, principal comprador de petróleo venezuelano, recebe 1,4 milhão de barris diários, com o que a Venezuela se posiciona no quinto lugar entre seus fornecedores de óleo.

Chávez ameaçou domingo suspender as exportações de petróleo para os Estados Unidos se Washington apoiar um eventual ataque armado à Venezuela a partir da Colômbia, em meio a um clima de tensão entre os países sul-americanos depois da denúncia de Bogotá sobre a presença de guerrilheiros em território venezuelano.

As denúncias do governo colombiano levaram Chávez, na quinta-feira passada a romper relações com o país vizinho e advertir sobre um possível ataque por parte da Colômbia, apoiada pelos Estados Unidos.

“Incentivamos a Colômbia e a Venezuela a trabalharem através do diálogo e da diplomacia para garantir a paz e a segurança em sua fronteira comum”, indicou a porta-voz do Departamento. Segundo ela, Washington considera que as denúncias da Colômbia “merecem investigação minuciosa”.

Semana passada, o Departamento de Estado qualificou de resposta “infeliz” da Venezuela a ruptura de relações, frisando que as denúncias da Colômbia, sobre a presença de 1.500 guerrilheiros refugiados no país vizinho, em dezenas de acampamentos, devem ser levadas “muito a sério”.

26
jul
10

Paquistão confirma encontro de autor do atentado de NY com chefe talibã

France Presse

Faisal Shahzad, acusado do atentado fracassado na Times Square em 1o. de maio passado, em pleno centro de Nova York, viajou várias vezes ao Paquistão e se reuniu com o chefe dos talibãs paquistaneses, Hakimullah Mehsud, confirmou nesta segunda-feira (26/7) o ministro paquistanês do Interior
Antes do atentado frustrado, “Faisal Shahzad veio sete vezes ao Paquistão e se reuniu com Hakimullah Mehusud e outros”, declarou à imprensa Rehman Malik em Pabbi (noroeste), numa declaração transmitida pelos canais de tv locais.

O encontro entre Mehsud e Faizal Shahzad foi mostrado nos últimos dias por um vídeo difundido na internet no qual se via o primeiro, sorridente, abraçando e apertando a mão do segundo.

Mehsud dirige o Tehreek-e-Taliban Pakistan (TTP), o principal movimento talibã do noroeste, aliado da Al-Qaeda e fortemente implantado nas zonas tribais e semiautônomas fronteiriças com o Afeganistão.

Mehsud já havia aparecido num vídeo com o jordaniano Humam Jalil Abu Mulal al Balawi, o autor designado do atentado suicida que matou sete funcionários da CIA e um empregado jordaniano em 30 de dezembro passado, em uma base militar de Khost (sudeste do Afeganistão).

23
jul
10

As minas no caminho de Amorim

O chanceler Celso Amorim está para voltar a Israel/Palestina, quatro meses depois da visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a primeira de um presidente brasileiro.

Vai encontrar um panorama ainda mais complicado, se é que isso possível. Pensando bem, naquela região tudo sempre pode se complicar mais, mesmo quando o enrosco já é colossal.

Dispenso-me de recordar os problemas crônicos. Repasso apenas duas modificações ocorridas desde então, ambas em questões internas à Palestina e Israel.

Em Israel, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu se viu obrigado a adiar sua visita ao Brasil por conta de uma crise na sua coligação de governo, um conglomerado inverossímil que vai dos ultra-ortodoxos aos laicos, da extrema-direita a um partido, o Trabalhista, que saiu do centro-esquerda para a direita.

O conflito mais recente na coalizão se dá entre Netanyahu e o chanceler, o polêmico Avigdor Lieberman, que lidera o segundo maior partido, o Israel Beiteinu.

Lieberman, aliás, foi o protagonista de um mal-estar na visita de Lula, ao exigir que o presidente brasileiro depusesse uma coroa de flores no túmulo de Theodor Herzl, fundador do movimento sionista cujo aniversário de 150 anos estava sendo comemorado. Lula não foi, como é natural, e Lieberman boicotou eventos com a presença de Lula.

O problema do contencioso entre os parceiros de governo é que, se Netanyahu não conseguir manter a coalizão há um potencial para “transformar o governo de Israel, as políticas israelenses e o cenário político da região”, como escreve Frida Ghitis, editora-contribuinte da World Politics Review.

Acrescenta Ghitis: “Dependendo do desenlace da disputa, mudanças no gabinete em Jerusalém podem alterar o processo de decisões em Washington, para não mencionar Ramallah [capital informal da Palestina], Riad [Arábia Saudita] e Teerã [Irã]”.

Desnecessário acrescentar que também em Brasília haveria repercussões das mudanças, o que permite olhar a visita de Amorim sob dois aspectos: o benigno dirá que o chanceler tem uma oportunidade de avaliar o que está ocorrendo diretamente no olho do furacão; o cético dirá que é uma visita inócua porque tudo pode mudar depois dela.

Segunda situação interna que Amorim testemunhará: as queixas do presidente palestino Mahmoud Abbas sobre a situação de seu próprio partido, o Fatah, incapaz de elaborar uma lista consensual de candidatos para as eleições locais deste mês, adiadas exatamente por isso.

Abbas tem dito que, se o Fatah não se organizar, morre.

Quer dizer o seguinte: para poder negociar efetivamente a paz com Israel, os palestinos precisam restabelecer a unidade entre o Fatah, que governa a Cisjordânia, e o Hamas, o movimento islâmico que controla a Faixa de Gaza, a outra parte dos territórios. Se o Fatah não consegue nem um acordo interno, fica impossível imaginar um entendimento com o seu irmão-inimigo da Faixa de Gaza.

De novo, há pouco ou nada que Amorim possa fazer ou dizer a respeito, a não ser testemunhar, de posição privilegiada, evoluções políticas internas, inevitável preâmbulo para a questão de fundo, que é avançar no processo de paz na região.

23
jul
10

Índia cria computador mais barato do mundo com preço de US$ 35

DA REUTERS, EM NOVA DÉLI

A Índia apresentou nesta semana o que chamou de laptop mais barato do mundo, um computador com tela sensível ao toque que custa US$ 35.

O ministro do Desenvolvimento de Recursos Humanos, Kapil Sibal, revelou um computador de baixo custo projetado para estudantes, afirmando que sua pasta iniciou negociações com fabricantes globais para iniciar a produção em massa.

22.jul.10/Reuters

Ministro indiano Kapil Sibal apresenta o computador cujo custo total foi de US$ 35

“Chegamos a um ponto de desenvolvimento hoje em que a placa-mãe, chip, processamento, conectividade, tudo junto, tem custo ao redor de US$ 35, incluindo memória, tela, tudo”, disse ele em a jornalistas.

Ele disse que o aparelho com tela sensível ao toque vem com navegador de internet, leitor de documentos PDF e capacidade de videoconferência, mas seu hardware foi criado com flexibilidade suficiente para incorporar novos componentes de acordo com o usuário.

Sibal disse que o computador, baseado em Linux, deve ser apresentado a grandes instituições educacionais a partir de 2011, mas quer reduzir o preço ainda mais para US$ 20 ou mesmo a US$ 10.

O computador foi desenvolvido pelas equipes de pesquisa no Instituto Indiano de Tecnologia e Instituto Indiano de Ciências.

A Índia investe cerca de 3% de seu orçamento anual em educação escolar e melhorou sua taxa de alfabetização para cerca de 64% de sua população de 1,2 bilhão de pessoas, mas estudos mostraram que muitos estudantes ainda mal podem ler ou escrever e que muitas escolas públicas possuem instalações inadequadas.

23
jul
10

Cerca de 3 mil sem-terra interditam rodovia em Sergipe

SOLANGE SPIGLIATTI – Agência Estado

Cerca de três mil integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) estão concentrados desde as 8 horas da manhã de hoje na Rodovia BR-235, em Sergipe, a cerca de seis quilômetros de Aracaju, informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Acompanhado de dois trios elétricos e diversos ônibus e vans, o grupo pretende seguir em caminhada até a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) na capital sergipana. De acordo com a corporação, o número de sem-terra presentes deve aumentar para cerca de 10 mil.

Os integrantes do MST ocupam o quilômetro 6 de um sentido da rodovia, nas imediações do conjunto Parque dos Faróis em Nossa Senhora do Socorro, provocando lentidão no local. A PRF acompanhará a manifestação, orientando o trânsito na estrada e zelando pela segurança dos que trafegarem pelo local. Os agentes pedem que os motoristas evitem circular pela região.



23
jul
10

Serra vincula quebra de sigilo de Eduardo Jorge ao aparelhamento político do Estado

Tucano criticou o loteamento político dos cargos e associou, de forma indireta, a campanha feita por Lula à Dilma e a crítica do presidente ao MP

Denise Madueño, da Agência Estado

BRASÍLIA – O candidato tucano à Presidência da República, José Serra, vinculou a quebra de sigilo de dados fiscais de Eduardo Jorge, vice-presidente do PSDB, ao aparelhamento político do Estado no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele criticou de forma veemente o loteamento político dos cargos e associou, de forma indireta, a campanha feita por Lula à candidata petista Dilma Rousseff e a crítica do presidente ao Ministério Público, à essa mistura entre Estado e o seu uso em benefício próprio.

Tucano participou hoje de caminhada pelas ruas de Porto Alegre. Foto: Cacalos Garrastazu/Divulgação

Sem citar os recentes discursos de Lula a favor de Dilma em solenidades públicas oficiais e os ataques do presidente às ações dos procuradores que vêm aplicando multas por campanhas eleitorais irregulares, Serra afirmou que há uma mistura entre Estado e governo, com a politização de empresas públicas e as agências reguladoras, por exemplo.

“Se politizou. Se confundiu Estado com governo. A mesma coisa quando você faz campanha eleitoral, a mesma coisa quando você utiliza o próprio governo para se apropriar das ações de Estado, intimidações e tudo mais. É uma coisa que parece abstrata, mas é o que dá continuidade para um País”, disse.

Serra fez as declarações à TV Brasil, emissora do governo federal, dentro da série de entrevistas com candidatos à presidência da República. A entrevista foi gravada e vai ao ar hoje à noite. “A Receita Federal cometeu um crime contra a Constituição: quebrar sigilo. Isso é partidarismo. Evidentemente quebrou para poder usar em uma campanha eleitoral”, disse.

Na mesma linha de crítica contra o aparelhamento do Estado, Serra atacou: “O PT tem uma gula infinita para controlar tudo”. O candidato tucano afirmou ainda que os partidos disputam os cargos e o governo atende para aprovar seus projetos nas votações no Congresso. “Não havia necessidade, para ter essa maioria toda, de fazer esse processo de por de joelhos o Estado no chão em matéria de eficiência. O governo Lula é forte pelo prestígio enorme do presidente. No Congresso, o governo é fraco”. Segundo ele, a cada votação, o governo precisa atender a mais exigências para recuperar a maioria.

Ao ser questionado sobre os apoios de políticos considerados fichas sujas, a exemplo de Joaquim Roriz, no Distrito Federal, Serra referiu-se a Dilma. “Todo mundo que vem comigo sabe como me comporto. Não faço segredo. É um pouco difícil a gente ficar comparando quem tem quem. Só garanto o seguinte, em um torneio, a candidata do governo perde disparado em matéria de más companhias”.

21
jul
10

Candidatos Wilson Martins e Sílvio trocam acusações

O governador Wilson Martins, candidato a reeleição pelo PSB, afirmou que o tucano Silvio Mendes teme o confronto nas urnas. Ele disse que Silvio tem preconceito contra ele, porque é filho de caboclo do interior. O candidato a governador pelo PSDB, Sílvio Mendes, reagiu e vai continuar denunciando condutas ilícitas do Governo ou do governador à Justiça Eleitoral.
Wilson Martins comentou sobre a representação feita pela assessoria jurídica da coligação encabeçada por Silvio Mendes. Os advogados reclamaram que houve conduta vedada do governador Wilson Martins durante a Urufolia, em Uruçuí, através do uso de propaganda institucional onde o gestor estaria se promovendo.
O PSDB pediu a impugnação do registro de candidatura do governador. Wilson Martins acha que Silvio Mendes está temendo o confronto. “Acho que Sílvio Mendes está com medo de me enfrentar nas urnas. Ele tem preconceito, porque sou filho de um caboclo, nascido em um sertão do Piauí”, assinalou o governador.
Reagindo aos comentários, Silvio Mendes confirmou que orientou a assessoria jurídica para seguir denunciando o Governo à justiça eleitoral. Ele afirmou que não teme nenhum confronto.
“Tenho muitos medos. Não sou um homem sem medos. Tenho muitos. Mas esse medo, de enfrentar o Wilson nas urnas, eu não tenho. Qualquer desvio de conduta do Governo, de quem quer que seja, que suprima, que não permita que a manifestação de cada cidadão seja legítima e livre, nós vamos denunciar”, assegurou Silvio Mendes.
“O PSDB, tanto aqui como no Brasil, presta um grande serviço, porque também assume a oposição. Os que eram do PSDB e não resistiram ao poder, esses foram para o Governo e o PSDB continua na oposição”, completou o tucano ironizando a declaração de Wilson Martins.

19
jul
10

TRE divulga lista final de ações de impugnação; 79 candidatos podem ser impedidos de concorrer

Terminou no domingo (18/7) o prazo para registrar ações de impugnação contra os candidatos do Distrito Federal que podem concorrer às eleições de 2010. Foram totalizadas 84 ações, contra 79 concorrentes. De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF), as ações tinham um prazo de até cinco dias para serem feitas depois do último dia de registro de candidatos individuais, que foi no último dia 13.

Das 84 ações, apenas uma, contra Aguinaldo Lelis (PMN/PP), que iria concorrer ao cargo de deputado distrital, já foi julgada. Segundo o TRE, Aguinaldo alegou que não iria ser candidato. Como o pedido de canditura foi indeferido, a ação de impugnação foi considerada improcedente e, assim, arquivada. As ações tem até o dia 5 de agosto para serem julgadas.

Entre os 79 candidatos que podem ser impugnados, quatro são candidatos ao governo do Distrito Federal. São eles Agnelo Queiroz (PT), Rodrigo Dantas (PSTU), Joaquim Roriz (PSC) e Newton Lins (PSL/PTN).

Confira a lista oficial

-Vice-governador
Luiz Carlos de Albuquerque Maranhão (PV)

-Senador
Francisco Cláudio Correa Meyer Sant´Anna (PSol)
Robson Raymundo da Silva (PSTU)

-1º e 2º suplente de Senador
Ângelo Balbino Soares Pereira (PSol)
Anna Kubitschek Bárbara Pereira (DEM)
Clayton de Souza Avelar (PSol)
João Maria Abreu Breyer Júnior (PV)
José Antonio dos Santos (PSTU)
Luis Cláudio da Costa Avelar (Coligação Novo Caminho)
Nixon Brasil Lima (PTN)
Raul Ulhoa (PSol)
Roberto Zanin (PV)
Washington Luiz de Souza Valle (PV)

-Deputado Federal
Adriana Borges Delgado (PSol)
Aguinaldo Lelis (Coligação Mobilização) *
José Ferreira Neto (PSOl)
José Gilberto Hartmann (PSol)
Nilza André da Silva (PTC)
Paulo da Fonseca Alves Pereira (PTC)
Ramiro Diegues Álvares Júnior (PSOl)
Ricardo da Fonseca Martins (PTB)
Roberto Policarpo (Coligação Novo Caminho)
Rogério Henrique Arvatti da Silva (Coligação Novo Caminho)
Silvio Soares Filho (PSTU)
Weber Magalhães (Coligação O DF Pode Mais)
Ruben César Brunelli Júnior (Coligação O DF Pode Mais)

-Deputado Distrital
Alexandre Pimentel (PV)
Alfredo Magalhães de Abreu (PHS/PP)
Antonio Ailton Batista de Oliveira (Coligação Novo Caminho)
Antonio Apolinário Rebelo Figueiredo (Coligação Novo Caminho)
Antonio Girotto Borges (Coligação Novo Caminho)
Antonio Lopes de Resende (Coligação Novo Caminho)
Antônio Paulo Oliveira do Nascimento (PHS/PPS)
Antônio Ricardo Martins Guillen (PSTU)
Arthur Phillipe Pinto e Silva (Coligação Novo Caminho)
Aylton Gomes Martins (PR)
Benício Tavares (PMDB)
Charles dos Santos Dias (Coligação Novo Caminho)
Cinezio Alves Rodrigues (DEM)
Cristiano Araújo (Coligação Novo Caminho)
Cleone José Garcia (Coligação Novo Caminho)
Elaine Furtado (PPS)
Ênio Roberto Alves de Araújo (Coligação Novo Caminho)
Fabrício Rocha de Sousa (PSol)
Fernando Lopes Santos (PHS)
Francisco Cláudio de Abrantes (PHS/PPS)
Francisco das Chagas Sampaio Júnior (PPS)
Francisco de Souza Andrade (Coligação Novo Caminho)
Hernani Souza Santos (Coligação Novo Caminho)
Hugo de Sousa e Silva (PHS/PPS)
Inajara Alves de Oliveira (PV)
Jackson Ribeiro da Silva (PMN)
Jaime de Araújo Góes Recena Grassi (Coligação Novo Caminho)
João Dias de Oliveira (Coligação Novo Caminho)
Joe Carlo Viana Valle (Coligação Novo Caminho)
José Edmar de Castro Cordeiro (PSDB)
José Marcos dos Santos (Coligação Novo Caminho)
Kátia Ferreira Medeiros (Coligação Novo Caminho)
Lúcio Pereira da Silva (Coligação Novo Caminho)
Luiz André Roriz Solano (PRTB)
Luiz Henrique Fonseca Teixeira (Coligação Frente Trabalhista Democrata)
Luzia de Lourdes Moreira de Paula (PHS/PPS)
Márcio Valério Mendonça Tomaz (Coligação Novo Caminho)
Marco Antônio dos Santos Lima (Coligação Novo Caminho)
Maria do Rosário Lopes Melo (PSol)
Osmaldo de Souza Ferreira (Coligação Novo Caminho)
Paulo Henrique Abreu de Oliveira (Coligação Novo Caminho)
Pedro Marcos Dias (Coligação Novo Caminho)
Ricardo Hernane Pires (Coligação Novo Caminho)
Rui Antonio de Araújo Lima (PSol)
Tiago Mendes (Coligação Novo Caminho)
Wilma Magalhães (Coligação Novo Caminho)
Wilson Lima (PR)

*correio braziliense




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